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Indefinições sobre valores do frete após greve dos caminhoneiros afetam setor produtivo


As indefinições de valores do frete estão afetando o setor produtivo. As negociações para o transporte de grãos continuam travadas e isso atinge as indústrias que esmagam os grãos, por exemplo. Isso porque as esmagadoras não recebem cargas de soja e as negociações com compradores estão reduzidas.

Segundo o último boletim divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o esmagamento de soja em Mato Grosso teve queda de mais de 10% em maio, em comparação com abril.

Esse resultado, segundo o Imea, é consequência da greve dos caminhoneiros. A paralisação acabou, mas para a indústria o trabalho ainda não voltou ao normal por causa do preço do frete.

O preço do frete pra entregar o farelo também ficou mais caro. Segundo o gerente, se antes cargas para Paranaguá (PR), por exemplo, eram embarcadas a R$ 280, hoje custam R$ 300 por tonelada.

"Com isso, a margem de lucro cai significativamente", afirmou.

As ações e liminares sobre o tabelamento do frete seguem suspensas até que as partes cheguem a um consenso na reunião marcada para o dia 28.


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